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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Esquadrias - saiba escolher a sua.

Agregando estética e segurança, as esquadrias deixam de ser apenas produtos estruturais para inovar em design e materiais. O uso de esquadrias no mercado brasileiro está cada vez mais difundido, seja pela descoberta de novos materiais, seja pela atenção à sua função protetora e ao seu valor estético. A utilização desses produtos pode significar economia, segurança e beleza. Uma esquadria mal dimensionada pode tornar o ambiente escuro ou quente e sem controle de iluminação. Além do conforto acústico, as esquadrias permitem fachadas diferenciadas e modernas e grandes possibilidades de adequação em reformas. Estima-se que o mercado de esquadrias no Brasil seja composto da seguinte maneira: 19% alumínio; 1% PVC; 40% madeira; e 40% aço/ferro.
 
O primeiro passo ao se escolher o material de composição das esquadrias é conhecer as características, vantagens e desvantagens dos materiais mais comumente empregados em sua confecção. A seguir forneço informações necessárias para você escolher a “moldura” mais indicada para o seu ambiente.
 
 
O alumínio mostrou-se extremamente vantajoso para a construção civil como matéria-prima para esquadrias, devido a características como leveza, função estrutural e baixa manutenção. O material é resistente a corrosão e, quando submetido aos tratamentos superficiais - tais como a anodização ou pintura apropriada -, sua resistência é ampliada, além de não oxidar como o ferro e não perder o brilho.
 
É exatamente pela durabilidade que o emprego do alumínio tem crescido na confecção de esquadrias. O custo do material está sempre além do da madeira e do ferro, mas resiste melhor às condições naturais, tem fácil aplicação, dispensa lixamento, pintura e conservação periódica, o que resulta em economia.
 
 
O PVC é muito utilizado em locais de clima rigoroso, principalmente pela sua característica de isolante térmico. Produto novo no mercado brasileiro, as esquadrias em PVC possuem aço galvanizado em sua estrutura, o que as torna bastante resistentes. Duráveis, leves, resistentes a maresia, cupido e intempéries, fáceis de instalar e limpar, essas esquadrias não exigem nenhuma manutenção. Além disso, uma das principais características do material é o toque agradável, pela ausência de arestas ou mesmo farpas pontiagudas, que podem resultar em ferimentos ao usuário. No Brasil, as esquadrias de PVC só podem ser vendidas na cor branca ou imitando madeira, uma vez que o pigmento das coloridas não resiste à alta incidência de raios ultravioletas.
 
 
Proporcionando um toque requintado e confortável, as esquadrias de madeira se adaptam satisfatoriamente às condições do clima. Também contam com as vantagens de possibilitar vários desenhos, acabamentos e detalhes e custo geralmente menor do que o de outros materiais - levando em conta o tipo de madeira utilizada. Porém, a esquadria de madeira requer pintura periódica e cuidados em relação à degradação biológica (insetos, bactérias, fungos etc.) e física (intemperismo, produtos químicos, poluição) para manutenção e conservação.
 
 
De fácil acesso, o ferro ainda é muito utilizado em esquadrias, seja pelo baixo custo ou pela facilidade de se adequar a todo tipo de projeto, uma vez que pode ser moldado por meio de soldas de fogo. Porém, o fato de oxidar facilmente, perdendo sua resistência - sobretudo se estiver próximo ao mar -, é um dos fatores que influenciam a escolha do material. É necessária a conservação com pintura, para evitar o progresso da corrosão e consequente degradação do material.
 
 
Mas lembre-se: todos estes materiais apresentam vantagens e desvantagens particulares. Cabe a você adequar a escolha correta das esquadrias do seu ambiente às suas necessidades. Leve em conta a resistência, a durabilidade, a manutenção e o custo final.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Arquitetura diferenciada valoriza lojas e vitrines

Não importa qual seja seu produto: roupas, informática, carros, eletrodomésticos, comida por quilo ou mesmo uma grife da moda. Todo bom comerciante sabe que para vender bem, uma loja precisa ter preços competitivos, ótimo atendimento e boa localização. Mas além disto, um cuidado especial com o visual da loja - ou seja, sua arquitetura - tornou-se fundamental nos dias atuais. Não precisa ser sofisticada e cara - basta trabalhar corretamente com forma, luz e cor.
 
A arquitetura vem se tornando cada vez mais acessível e visível. Os prédios ganham grife e seus interiores são elaborados por profissionais que personalizam com sua marca esses espaços. Com criatividade, bons profissionais contornam a tecnologia deficitária brasileira e transformam muitas vezes fachadas antigas e inóspitas em verdadeiras embalagens de grande impacto visual. São infinitas as possibilidades da composição de uma loja e estas podem se transformar, nas mãos de um bom arquiteto, em gigantescos outdoors.
 
 
A solução arquitetônica é definida pelo espaço físico disponível (localização do terreno ou construção já existente), muitas vezes superando obstáculos como lotes reduzidos ou construções vizinhas de grande destaque. Neste caso específico, contrapondo-se ao cenário de grandes vitrines no entorno, pode-se abrir para a rua apenas uma pequena janela quadrada. Esse elemento marcante da arquitetura se destaca em meio à fachada totalmente simples. É um recurso extremo e cuja intenção é tornar a vitrine algo intrigante. Em alguns casos, como restaurantes localizados nas ruas, para manter a privacidade dos clientes é praticamente necessário “fechar” a fachada, propiciando privacidade mas não perdendo a beleza estética do estabelecimento comercial. É interessante observar como o conceito da fachada orienta todo o projeto do interior das lojas.
 
 
Em casos de instalações comerciais em terreno de pequenas dimensões, as lojas podem ter aberturas envidraçadas que transformam os interiores em autênticas vitrines. Na face voltada para a via pública, a opção deve ser por um desenho limpo, na superfície o logotipo da loja e o vão frontal totalmente tomado pela fachada-vitrine.  Dessa forma, da rua pode-se observar quase a totalidade do interior - e estimula a entrada.
 
 
Quando o ponto comercial fica numa esquina, a arquitetura pode tirar partido máximo dessa condição. Permitindo vistas de ângulos diversos, o projeto da loja deve priorizar uma vitrine em evidência. Muitas vezes por trás das formas simples esconde-se uma engenhosa elaboração e uma complexidade de composição.
 
Muitas vezes, para atender a legislação da prefeitura, recuos na parte frontal e numa das laterais do lote podem favorecer a arquitetura. Nestes casos, onde as dimensões ficam ainda menores, o recurso principal é destacar a fachada com materiais diferenciados, demarcando a presença do imóvel.  Réguas de madeira de reflorestamento, tijolos aparentes reaproveitados de antigas edificações contrastam com a alvenaria e criam rico impacto visual. Uma fachada surpreendente, um grande vão envidraçado, pequeno jardim e pátio externo favorecido pelos recuos acomodam-se num agradável arranjo que convida à entrada e estimula a permanência.
 
 
Aliás, explorar revestimentos diferenciados em contraste com elementos comuns em construções (alvenaria e vidro) atrai a atenção do pedestre e destaca o imóvel do entorno. Telhas metálicas, ripados de madeiras ou cimento queimado usados de uma forma harmônica, proporcionam uma contraposição visual responsável por um caráter mais acolhedor. Outro recurso utilizado e de grande efeito é trabalhar o piso da calçada de forma a sugerir que a loja é um prolongamento do meio externo e vice-versa, criando a sensação de maior amplitude interna. Tudo isso se levando em conta que a arquitetura não pode se destacar mais que os produtos à venda.
 
 
Lembre-se que o projeto arquitetônico comercial deve apresentar propostas personalizadas para atingir o público que o proprietário deseja atrair. Cada mercado tem suas peculiaridades. Se, por um lado, o comércio brasileiro se desenvolve a passos largos, por outro é necessário, por parte dos profissionais do setor, constante atualização e a consciência de que, para obter êxito, qualquer negócio deve ser apoiado no devido planejamento estratégico e assessoria técnica especializada.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

A importância da iluminação.

Todo ambiente deve contar com a iluminação natural. Isso faz parte do que chamamos conforto ambiental. Seguindo algumas pequenas regras você pode melhorar as condições de luminosidade em um ambiente mal iluminado e que solicita que lâmpadas sejam acesas durante o dia.

Utilize cores claras em todo o ambiente. Isso vale para a cor das paredes, do teto, piso e móveis.

Evite utilizar vidros fumês ou coloridos nas janelas. Prefira os vidros incolores, que oferecem melhor aproveitamento da luz. Em reformas, jamais retire a luz natural de um ambiente. É um erro muito comum quando não há um profissional orientando. Cobrir a janela de um compartimento retirando sua luz natural é insalubre e não é permitido por lei. Contraria o código de obras de seu município, e numa fiscalização, pode lhe trazer problemas sérios.


Todo ambiente deve contar com a iluminação artificial também. Isto é condição necessária ao conforto ambiental de qualquer local. Modismos à parte, é sempre necessário prover o ambiente da condição de ser iluminado de forma geral, como um todo, mesmo que esse recurso não seja utilizado no dia a dia.

Pesquisas com teor científico demonstram as seguintes sensações nas pessoas:

  • quanto mais "avermelhada" ou "amarelada" for a tonalidade da luz, mais aconchegante e tranquila será a atmosfera do ambiente. Face isto, recomenda-se a utilização desta tonalidade de luz e são as mais indicadas nos seguintes ambientes de uma residência: sala de estar e de jantar, copas, dormitórios, corredores, banheiros, etc. O ideal seria utilizar nesses ambientes as lâmpadas incandescentes, mas se a necessidade é reduzir o consumo de energia, então uma boa solução seria o uso de uma fluorescente compacta "eletrônica" com tonalidade de luz mais avermelhada ou amarelada.
  • a luz "mais branca" ou "azulada" é recomendada para ambientes mais ativos, onde se pretende estimular a produtividade, tais como: cozinhas, áreas de serviço, escritórios, hospitais, escolas etc.
Em decoração, é de suma importância que o projeto de iluminação consiga traduzir – com qualidade, criatividade e sofisticação – as vontades e necessidades de cada cliente. Além de ser um dos elementos que mais valorizam a decoração, um bom projeto luminotécnico representa uma economia a médio e longo prazo para os clientes, tanto em energia elétrica como em custos de manutenção. Para isso, é importante a mão-de-obra de profissionais altamente qualificados que garantem a perfeita execução de cada detalhe e asseguram o cumprimento de todas as normas de segurança.


Mesmo sem a imposição das regras do racionamento, é importante racionalizar e otimizar o consumo de energia. A partir de recursos e providências que podem ser simples, você pode melhorar o aproveitamento da luz e reduzir o consumo de energia, sem perder a qualidade e conforto do ambiente.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Planejamento de obras - parte 02

Já foi dito que para um bom planejamento da obra é fundamental contratar profissionais qualificados. Como o investimento financeiro é muito grande, reformar ou construir não é serviço para amadores, pois requer planejamento e administração.
Na hora de comprar o material, não se esqueça: é preciso pesquisar bastante. As lojas nessa área apresentam grandes diferenças nos preços, formas de pagamento e nos juros. Escolha sempre aquela loja que seja conhecida no mercado e que ofereça condições de pagamento de acordo com o seu orçamento. Alguns fornecedores anunciam preços sem juros, mesmo que parcelados, mas se você pedir desconto pode se surpreender, principalmente para pagamento à vista. Existe também muita diferença em relação à especificação e qualidade do material. Uma areia de má qualidade aumenta o consumo de cal e cimento, por exemplo. Além, claro, de colocar em risco a segurança da sua obra. Tenha atenção nesse aspecto.
 
 
Em relação à mão de obra, os orçamentos podem variar em proporção ainda maior que a dos materiais. Preocupação maior você deve ter nesse momento, pois para uma boa avaliação do preço e da posterior execução dos serviços requer experiência. Não tenha receio em contratar um Arquiteto, pois a experiência deste profissional dirá se o serviço está sendo bem executado e se está dentro do prazo previsto.
 
É difícil reformar uma casa, mas fazer obras num apartamento é muito mais difícil, pois existe a dificuldade para subir material e descer entulho. Obras em condomínios são verdadeiros testes de paciência e diplomacia. Existem leis federais que tratam do direito de vizinhança e do uso anormal da propriedade e determina algumas limitações ao domínio, com base no interesse privado. Além da legislação federal, cada município possui suas leis que limitam a emissão de barulho após as 22hs, mas os condomínios possuem autonomia para modificar esse horário para mais cedo. Consulte as normas de seu condomínio, portanto, antes de iniciar a reforma. Uma questão importante é não prolongar até depois das 17hs, já que a maior parte dos moradores começa a chegar do trabalho a partir deste horário, e certamente você não quer criar inimizade com seus vizinhos. Você está no seu direito ao fazer a reforma, mas se houver abuso você poderá ser notificado pelo síndico e, em casos mais sérios, algum vizinho pode entrar na Justiça para pedir embargo de sua obra.
 
 
Não se esqueça nunca que diplomacia é necessária também para lidar com as pessoas envolvidas. Fornecedores se sentem mais estimulados em entregar determinado serviço ou mercadoria quando o cliente o trata com honestidade e respeito. Para os casos contrários, devem-se usar imediatamente os meios legais. É uma arte saber lidar com os operários. Por isso, ao contratar um pedreiro, encanador, eletricista e qualquer outro profissional de obra, deixe muito claro o serviço que está sendo contratado, o valor e a forma de pagamento deste. Faça um contrato simples com tudo especificado e peça para assinar.
 
Por fim, mantenha-se atento a pequenos detalhes para evitar futuros transtornos:
 
- o acabamento merece atenção especial. Entre outros cuidados, é preciso uma boa massa corrida e lixar as paredes antes da pintura para deixá-las uniformes e também para remover sujeiras, óleos e pó que dificultam a aderência da tinta nova. Se for embutir móveis, deixe para dar a última demão de tinta na parede após a instalação. Isso também vale para aplicação de resina no assoalho de madeira.
 
- a tinta sempre deve ser de ótima qualidade. Melhor pagar um pouco mais agora e ficar satisfeito por mais tempo. Antes de aplicá-la é preciso limpar bem as paredes previamente lixadas para evitar que a pintura descasque. Deve-se evitar o uso de tinta muito diluída e não pintar sobre paredes úmidas. Um especialista poderá indicar a necessidade de aplicar um fundo preparatório antes da aplicação da tinta.
 
- a massa para rejunte e a argamassa para fixação de pisos e azulejos são perecíveis. Depois de misturadas com água, devem ser utilizadas em até duas horas. Depois disto o azulejo pode se soltar com o tempo. Rejuntes escuros ficam com aparência de velhos mais cedo, principalmente em paredes e locais que recebem sol direto.
 
- caso o piso não seja trocado, proteja-o contra riscos durante toda a obra, especialmente se for de madeira. Utilize placas de madeira compensada ou de borracha para proteger as áreas de passagem.
 
- na parte elétrica e hidráulica, aproveite a oportunidade da reforma para checar o estado geral e fazer reparos, se forem necessários. Encare o serviço como um investimento no imóvel e um seguro contra aborrecimentos futuros. Caso seja preciso substituir a tubulação hidráulica, procure usar PVC nos tubos de água fria e o novo PPR nas de água quente, em substituição ao cobre.
 
- ainda na parte elétrica, lembre-se de instalar um bom número de tomadas pela casa. Faça um projeto com novos pontos para elas e preveja também pontos e tubulação para a fiação de telefones, TV a cabo, Internet e som, caso tenha pretensão de instalar um sistema de Home Theatre. Lembre-se de que eletrodomésticos modernos, como forno de micro-ondas, máquinas de lavar e secadores de cabelo consomem muita energia e fios muito finos podem causar incêndios e aumentar a conta de luz.
 
 
Se você está pensando em reformar sua casa, pense em tudo o que leu e procure um profissional devidamente habilitado para administrar sua obra. O que vai ser pago a ele compensará pela economia e qualidade obtidas.

 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Planejamento de obras - parte 01


Se você já fez obra em casa, sabe como é desagradável a ida e vinda de pedreiros e pintores, a entrada e saída de materiais, a sujeira por toda a parte, os fornecedores que não cumprem a palavra e, pior de tudo, o orçamento estourado. Tudo isso faz com que você nem ouse pensar em reformar novamente.
Estes inconvenientes, entretanto, podem ser minimizados ao contratar profissionais qualificados para planejar e administrar. Como o investimento financeiro é muito grande, reformar ou construir não é serviço para amadores. Infelizmente ainda considerado “luxo desnecessário”, o trabalho do Arquiteto e do Engenheiro é fundamental para manter o custo dentro do razoável e também para conseguir o melhor resultado possível dentro do orçamento proposto.
 


Você sabe como a vontade de reformar aparece quando surge um extra no orçamento familiar: seja derrubar uma parede, reformar a cozinha, trocar o piso ou qualquer outro detalhe para melhorar a residência. Antes de começar as obras é preciso saber que, sem planejamento, o sonho pode se tornar um pesadelo. Todo seu dinheiro acaba e você ainda fica com dívidas.

 
Tenha em mente sempre que planejamento é fundamental. É preciso definir exatamente o que você deseja e o quanto pretende gastar. Esse passo vai orientar o tipo e quantidade de materiais a comprar e quais profissionais serão contratados, entre outras despesas. Para distribuir racionalmente o dinheiro disponível, é essencial ter um orçamento detalhado, com o preço de todos os itens muito bem pesquisados.
Inclua nessa pesquisa o serviço de um profissional especializado, como um Arquiteto, por exemplo. O importante é lembrar que você não tem experiência em projeto e construção, e caso decida fazer as coisas por conta própria pode acabar a obra em prejuízo. Normalmente um profissional de projeto cobra entre 5 a 25% do valor da obra. Seu serviço pode incluir também a supervisão da construção e, com a economia que você fez com o planejamento, o pagamento deste profissional está garantido.

 


Mantenha-se racional e esqueça aquelas alterações de última hora no projeto. Elas com certeza levarão à mudança de planos e ao inevitável estouro do orçamento. É compreensível que você pense em melhorar sua obra, a empolgação com as mudanças na casa pode trazer novas ideias, mas é preciso controlar estes impulsos. Caso passe esses pensamentos em sua mente, dê uma olhada no planejamento inicial, especialmente no orçamento, e decida que rumo seguir. Lembre-se, porém, que você economizou tudo o que podia durante anos para fazer a reforma tão desejada, e não vai ser de uma hora para outra que vai juntar mais dinheiro. Em construção, os materiais e acabamentos, assim como a mão-de-obra contratada, são muito caros. Evite essas alterações de projetos, pois os custos podem subir em proporção geométrica. Se realmente quiser pensar em algo maior, o profissional contratado (Arquiteto) pode ajudar você a fazer uma construção em etapas programadas.

 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Arquitetura computadorizada


Profissionais de inúmeras áreas muitas vezes dependem de softwares específicos para exercerem suas atividades e na Arquitetura não é diferente. Nos dias de hoje, em que o mercado se mostra cada vez mais competitivo e onde a informática atua com sólida presença em nosso dia-a-dia, os projetos computadorizados tornaram-se uma ferramenta indispensável no campo da construção civil.
Esses softwares são instrumentos de trabalho cada vez mais sofisticados e que já substituíram há muito tempo os velhos recursos mecânicos, manuais e artesanais que caracterizavam um projeto de Arquitetura.
A apresentação é uma das fases principais do projeto e nós, arquitetos e decoradores, sempre estamos atrás de maneiras de levar ao cliente o máximo de fidelidade entre desenho e realidade. Com desenhos feitos em computador através dos softwares mais modernos em termos de arquitetura computadorizada, é infinitamente mais fácil para o cliente perceber os volumes, os espaços, a iluminação e o "clima" do projeto através de perspectivas mais realistas. Como a base para a execução dos desenhos em 3d é utilizado o projeto desenvolvido em AutoCAD (software de desenho técnico), é garantida a precisão absoluta nas imagens obtidas.
 
 
Um desenho de boa qualidade é um fator determinante na satisfação de um cliente. Ele ajuda na compreensão do projeto, facilita a venda e dá credibilidade ao arquiteto/ engenheiro. Entre as grandes vantagens dessa modernidade estão o baixo custo, se considerarmos o alto investimento que será realizado pelo cliente no projeto e construção. Investimento este que será feito com maior segurança quando ele tem certeza de como a obra ficará depois de concluída. Nos projetos computadorizados, a possibilidade de realização de testes de cores e acabamentos com grande fidelidade evita surpresas desagradáveis. Pode-se fazer também um teste de iluminação diurna e noturna, observando melhor os destaques da arquitetura ou decoração através da luz sugerida no projeto.
 
 
As possibilidades de apresentação não se esgotam por aí. O cliente pode passear por sua casa antes mesmo que ela saia do projeto – são as chamadas maquetes eletrônicas. Essas podem ser descritas como uma ferramenta de trabalho que nos auxilia a compreender melhor os espaços e as soluções espaciais que estão sendo propostas por arquitetos e engenheiros. O projeto computadorizado consiste na criação de ambientes virtuais simulando a realidade e permitindo uma visualização prévia do projeto antes mesmo da sua execução. Através do passeio virtual no 3D Studio (software de desenho artístico), ele pode percorrer todos os ambientes, subir e descer escadas, abrir e fechar janelas, enfim, experimentar, antes de colocar em prática, todas as sensações que terá em seu novo ambiente. É possível aprovar sem erros, por exemplo, o melhor piso para a casa ou a cor mais adequada para aquele ambiente projetado.
Mas os projetos computadorizados vão além disso. Eles trazem economia, praticidade e eficiência para os profissionais envolvidos. Com menos possibilidades de erros a obra acaba saindo mais rápida e barata.
 
 
As imagens obtidas a partir das maquetes eletrônicas são poderosas ferramentas de convencimento e apresentação, podendo ser utilizadas para a obtenção de parceiros e investidores, para a comercialização de empreendimentos e também para apresentação em concursos e concorrências. Essas imagens são em alta definição para utilização em gráficas, impressões e confecções de pôsteres. Esses desenhos poderão ser emoldurados para exposição em stands, distribuídos aos proprietários ou utilizados para material promocional em mídia impressa. Rapidez e qualidade da apresentação visual; facilidade de impressão em tamanhos e papéis diferentes com fidelidade nas medidas e escalas utilizadas; tudo isso somado comprova a eficácia da computação gráfica nos projetos arquitetônicos mais modernos.
 
 
Grande aliado dos arquitetos, decoradores, engenheiros e construtoras, o projeto computadorizado combina bom gosto, sensibilidade e simplicidade nas soluções dos espaços projetados.
 
 

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Terrenos - desnível favorece arquitetura


A construção de uma casa pode ficar muito mais fácil se houver uma adaptação do projeto ao terreno original. Ao invés de arrumar o terreno, porque não usar de alguns artifícios para deixar sua casa com uma cara diferente? Soluções criativas no projeto arquitetônico costumam favorecer ainda mais uma decoração diferenciada. Integrar a casa ao meio ambiente. Fazer com que o projeto seja parte da natureza. Com a filosofia de que a casa deve adaptar-se ao espaço e não o contrário, arquitetos conseguem criar verdadeiras obras de arte. Antes de passar o trator no seu terreno, pense bem nisso.

O próprio Oscar Niemeyer, considerado o maior arquiteto brasileiro, é um defensor desta ideia. Na construção de sua casa - a chamada Casa das Canoas, no Rio de Janeiro - o arquiteto tratou de integrar uma grande pedra que havia no terreno ao projeto. E a pedra que começa do lado de fora, na piscina, termina dentro da sala, fazendo parte da decoração.
 
 
Em algumas cidades brasileiras, a característica básica dos terrenos é apresentar declives acentuados. Muitas vezes é mais viável pensar num projeto aproveitando os declives do terreno do que acertar os desníveis, pois nem sempre esta correção implica somente em fazer a terraplenagem. Às vezes é necessário construir pilares e muros de contenção e a obra encarece bastante. Os terrenos em desnível se prestam a construções arrojadas, proporcionando uma arquitetura mais rica em detalhes e volumetria, causando um grande impacto visual. Diferenciação de salas através de desníveis no piso, criação de adegas e garagens nos espaços aproveitados, variação de telhados acompanhando a linha do terreno são algumas das vantagens de integrar o projeto à realidade. Tudo depende da forma do terreno e do estudo a ser feito para aproveitamento dos desníveis.
 
Profissionais que utilizam decks de madeira acreditam que os terrenos em declive são os que mais têm a ganhar com a alternativa. Quando existe um desnível, esta é uma maneira simples de ampliar a área útil do local e ainda proporcionar uma vista privilegiada, além do charme de ter um ambiente totalmente integrado com a natureza.
 
 
Um conselho dos arquitetos, em casos de escolha de terrenos, é justamente pedir uma orientação profissional antes da compra. A iniciativa pode ajudar muito na hora da construção, pois o arquiteto vai poder dizer de cara as vantagens e desvantagens da área para uma construção.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Piscinas


Numa cidade como a nossa, onde bastam poucos passos para se desfrutar de uma das mais belas praias do país, há pessoas que preferem outra opção de se refrescar: a piscina. E quem pensa que esta é uma opção difícil está enganado. As piscinas estão cada vez mais populares. É claro que, diversos fatores como tipo de solo, posição do sol, tamanho do terreno poderão interferir, mas o fundamental é a sua vontade de investir.

Não pense que para isso você precisa ter muito dinheiro. Hoje em dia, existem diversas opções para todos os bolsos. O preço vai depender do tipo e do tamanho da piscina que escolher. A evolução tecnológica trouxe novos materiais - a fibra de vidro, por exemplo - que podem reduzir em até 70% o custo do produto. Além disso, ainda temos facilidades de pagamento: é possível fazer financiamentos em até 12 prestações.
Mas por onde começar? Você deve estar se perguntando. A seguir darei orientações para evitarmos erros comuns. O primeiro passo é contratar um arquiteto para elaborar o projeto. É nele que se definem as instalações elétricas e hidráulicas e a iluminação da piscina. Cada detalhe precisa ser bem elaborado e estudado, para que problemas mais sérios não aconteçam e você tenha prejuízos ao invés de descanso. O profissional vai desenhar a piscina de acordo com o modelo arquitetônico da sua casa e oferecer sugestões de formas, cores e materiais a serem empregados.
O segundo passo é escolher uma empresa adequada para a construção de sua piscina. As empresas de engenharia são responsáveis em executar o projeto idealizado pelo arquiteto. É importante que você verifique se a que escolheu tem bons antecedentes e é bem vista no mercado.
O terceiro passo é pesquisar o preço das piscinas. Com o projeto em mãos e a ideia do tipo de piscina que você vai construir, comece a pesquisa de preços para a compra dos materiais. Veja se é vantagem comprar tudo em um único local ou se é melhor selecionar os lugares mais baratos.
E o último passo é acompanhar a construção. Não precisa ficar o tempo todo ao lado dos trabalhadores da obra, mas a supervisão, de vez em quando, é recomendável para que tudo saia da forma que imaginou.
Junto ao arquiteto você vai definir o material da sua piscina. Abaixo cito alguns deles:
 
 
Concreto - Os modelos desse material chegam a custar até três vezes mais que os outros e levam mais tempo para ser construídos. Mas, em compensação, podem ter a forma e o tamanho desejados, além de variadas cores e acabamentos. A durabilidade é por tempo indeterminado. Porém, se não for construída adequadamente, os reparos são mais caros e complicados. Seu prazo médio de instalação é de, no mínimo, 45 dias.
 
 
Vinil - Com base de alvenaria e revestida por um filme de PVC com espessura que varia de 0,6mm a 0,8mm, a piscina de vinil, também pode ser feita no formato e tamanho que o proprietário quiser. Por outro lado, esse tipo de revestimento está sujeito a cortes acidentais, causados por objetos pontiagudos. Com os devidos cuidados e manutenção ela dura até 10 anos. Essa nova tecnologia no Brasil, já é utilizada há mais de 50 anos em países como Canadá, Estados Unidos e Europa. Além de conservar melhor a temperatura da água, você pode personalizar a sua piscina de acordo com o formato, tamanho e estampa que desejar. Um dos motivos que levam as pessoas a optarem pelo vinil é que ele é de fácil manutenção e dispensa a impermeabilização. O cliente também pode trocar a estampa da piscina assim que desejar. A principal vantagem deste material é que evita qualquer tipo de vazamento, visto que é inteiro e flexível, capaz de suportar as movimentações naturais do solo.
 
 
Fibra de vidro - Mais barato e mais rápido de instalar, esse tipo possui algumas restrições de formato e transporte. Tem um menor custo de instalação que dispensam materiais básicos de construção como blocos e tijolos e durabilidade comprovada de mais de 15 anos com garantia. As superfícies das piscinas de fibra são totalmente lisas e polidas, o que facilita o tratamento e a limpeza. Os modelos e tamanhos são pré-definidos pelo fabricante e a instalação torna-se inviável em terrenos ou locais de difícil acesso. O prazo médio de instalação é de 7 a 10 dias.
 
 
 
 

 

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Estudo de residência com 2 pavimentos

Estudo de residência com 2 pavimentos, varanda, muro, garagem e telhado.

Sugestão de paisagismo.

Destaque no espaço de lazer (piscina).

Desenvolvido em 3D Studio Max.
Perspectiva 01



Perspectiva 02



Perspectiva 03